Criança foi encontrada pela mãe com marcas de agressões na cabeça, rosto e costas; agressor tentou impedir atendimento e fugiu, mas foi preso pela Guarda Municipal
Por:jornal Ms agora Fonte:Guilherme e Leandro Holsbach/Jornal Alerta Dourados

Um crime brutal e revoltante aconteceu na noite desta terça-feira (10) em Dourados. Um menino de apenas 3 anos de idade foi violentamente agredido pelo próprio padrasto, dentro de casa, no Bairro João Paulo II. O autor, João Vitor Rodrigues de Souza, de 25 anos, foi preso pela GMD (Guarda Municipal de Dourados) após confessar o espancamento.
Segundo o boletim de ocorrência registrado pela mãe da criança, como não conseguiu vaga em uma creche e precisa trabalhar, ela deixava o filho sob os cuidados do companheiro. Na terça, ao chegar do serviço, encontrou o menino com lesões no rosto, cabeça, costas e outras partes do corpo.
Ao ser questionado, João Vitor tentou justificar os machucados dizendo que o garoto havia caído. Quando a mulher disse que levaria o filho à UPA (Unidade de Pronto Atendimento), o agressor tentou impedir a saída, permitindo apenas após a promessa de que ela não o denunciaria.
Ainda assim, ao chegar na unidade de saúde, a mãe revelou toda a verdade e a Guarda Municipal foi imediatamente acionada. A mulher contou que o padrasto, já com passagem pela polícia, havia saído da cadeia há cerca de três meses e usava tornozeleira eletrônica.

Em ato covarde, o agressor ainda tentou fugir e se esconder no Bairro Jóquei Clube, mas acabou sendo localizado com auxílio do monitoramento da tornozeleira. Preso em flagrante, João Vitor admitiu as agressões, mas não quis dar detalhes sobre o que o motivou a atacar uma criança indefesa.
O menino segue internado sob observação e cuidados médicos, após passar por avaliação e tratamento na UPA. O caso será investigado pela polícia civil, que já solicitou medidas protetivas para a mãe e a criança.
O caso levanta um alerta grave sobre a vulnerabilidade de crianças em lares marcados por violência doméstica, e reforça a necessidade de denunciar qualquer suspeita de maus-tratos. A integridade física e emocional de uma criança nunca pode ser ignorada.
Denúncias de violência infantil podem ser feitas anonimamente pelo Disque 100.











