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Indústria cobra maturidade no debate sobre jornada de trabalho e alerta para riscos de decisões apressadas

Presidente Sérgio Longen durante entrevista ao Tribuna Livre

A discussão sobre a escala de trabalho 6×1 no Brasil precisa ganhar profundidade, equilíbrio e, sobretudo, tempo. Esse foi o tom adotado pela Fiems ao se posicionar sobre o tema, colocando em evidência a necessidade de um debate técnico que considere os impactos reais sobre a economia e o mercado de trabalho.

Durante entrevista ao programa Tribuna Livre, da rádio Capital FM 95, nesta quarta-feira (22/04), o presidente da entidade, Sérgio Longen, criticou a condução atual da pauta, classificando-a como precipitada e influenciada pelo ambiente político. Para ele, a discussão não deve ser evitada, mas precisa ocorrer em condições mais adequadas e com a participação equilibrada de todos os setores envolvidos.

“Precisamos rediscutir o trabalho no Brasil e entender os lados laboral e patronal. Avançamos positivamente na reforma trabalhista, mas ainda temos mais a ser construído com as duas frentes. Vários pontos podem ser colocados na mesa, mas entendo que devemos discutir isso no ano que vem, quando teremos um Congresso Nacional renovado, com tempo e condições necessárias para debater esse projeto de Brasil”, afirmou Longen.

A fala reforça o posicionamento da indústria, que não rejeita mudanças, mas alerta para o risco de decisões tomadas sob pressão política, especialmente em períodos próximos às eleições. Segundo o dirigente, esse contexto pode comprometer a qualidade do debate e gerar expectativas desalinhadas com a realidade econômica.

“Foi vendido para a sociedade algo que não vai ser realizado. As pessoas não podem imaginar que vão trabalhar menos e ganhar a mesma coisa”, completou o líder empresarial.

Outro ponto central levantado pela entidade é o desafio crescente enfrentado pelas empresas para contratar mão de obra. A avaliação é de que fatores estruturais, como a alta carga tributária sobre a folha de pagamento e a dinâmica de programas sociais, precisam ser analisados com mais profundidade para que se encontre um equilíbrio sustentável.

Ao ampliar o olhar para além da jornada de trabalho, a Fiems também reforçou seu papel institucional no desenvolvimento econômico do Estado. Longen destacou que a atuação da entidade é pautada por critérios técnicos e pela transparência, especialmente nas parcerias com o poder público.

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