
Em 11 anos, o município de Sidrolândia viveu profunda transformação na base produtiva. Forte em grãos, pecuária bovina e avicultura passou também a integrar novas cadeias produtivas como a suinocultura, fabricação de ração e citricultura. “Sidrolândia avança na agricultura e pecuária e abre espaço para outras atividades”, diz o economista e doutor em Desenvolvimento Jaime Verruck.
No caso da citricultura, o projeto para produção de laranjas no município prevê quase 5 mil hectares de pomares em fazenda, localizada no eixo da BR-060, entre Sidrolândia e Campo Grande.
No fim de 2024, cerca de 25% do projeto já havia sido executado com quase 200 empregos gerados e expectativa de alcançar 570 postos nas etapas seguintes, podendo atingir produção anual de até oito milhões de caixas de laranja quando o pomar estiver maduro.
“Isso nos mostra que a citricultura adicionou uma nova atividade intensiva em tecnologia, irrigação e mão de obra, reduzindo a dependência do município em relação às cadeias tradicionais de grãos e carnes”, diz Jaime Verruck, atualmente candidato a deputado federal pelo Republicanos.
Cooperativa — Em 2023, a Cooperalfa inaugurou em Sidrolândia uma Unidade de Produção de Leitões de alto padrão com capacidade para cinco mil matrizes e produção estimada de 500 leitões por dia.
A estrutura colocou Sidrolândia no mapa estadual da suinocultura e criou uma base de genética e fornecimento para produtores integrados. O empreendimento também ampliou a demanda por mão de obra, serviços veterinários, transporte, insumos, milho e soja. As informações são de levantamentos estatísticos sobre a produção agropecuária de Mato Grosso do Sul.











