
O influenciador paraense Thiago Freitas, e o mineiro Nikolas Ferreira, deputado federal, com 22 milhões de seguidores, protagonizaram uma cena inusitada no último sábado, dia 23. Nikolas esteve em Campo Grande para um evento de empreendedorismo e o encontro rendeu boas risadas.
Ambos palestraram e se conheceram pessoalmente, mas a questão seria a semelhança entre os dois, brincadeiras nos bastidores mostrando o encontro entre o “sósia e o original” e depois a prova, para verificar se realmente a semelhança era verdade ou não.
Pouco antes, em entrevista a imprensa, Thiago Roberto da Silva Freitas, de 29 anos contou sobre a sua trajetória enquanto formador de opinião. Empreendedor, especalista em vendas e formador de opinião, disse que é agenciado por uma empresa de Campo Grande, a mesma que agencia o também influenciador Firmino Cortada e outros nomes, sendo que, desde a confirmação do evento de negócios, soube que viria para a capital sul-mato-grossense e aqui conheceria o Nikolas.
“Eu já tinha uma caminhada lá na minha cidade, com cerca 50 mil seguidores, então, sempre recebi esse feedback, sempre gerei a minha opinião na política, em pautas relevantes, nunca fui apolítico e aí as pessoas começaram a falar que eu parecia [com o Nikolas], não só pela fisionomia, mas pelo posicionamento. Foi aí que, aos poucos, ganhei mais de 100 mil seguidores”, contou.
Mesmo que de forma despretensiosa, Thiago diz que as coisas foram acontecendo e a brincadeira com a semelhança disseminou na internet, fazendo-o ganhar cerca de 100 mil seguidores até o momento. “Eu converso com jovens, percorro locais fazendo a fiscalização que os vereadores deveriam fazer. E conheci o trabalho do Nikolas fazendo justamente o que eu estava fazendo: indo na faculdade, conhecendo e conversando com as pessoas, então, conheci ele assim e hoje terá o encontro”, comentou.
Desde 2022, quando passou a rodar o país, ressalta que a intenção é fazer o máximo de base possível. “Preciso conversar com as pessoas que hoje, de fato, decidem as coisas no Brasil. E são lideranças: lideranças em ingrejas, associações, sindicatos, só que, querendo ou não, as pessoas vão dar valor a quem tem algum valor, então, produzir conteúdo, gerar opinião, fazer embate, com respeito, aumenta o valor percebido que eu tenho”, argumentou.
Ao sair do Pará e percorrer outros estados, diz que emite um recado. “É como dizer: Tá indo um paraense para lá, mostrar o que é o Pará, que o Pará não é só o que o povo diz, que é, roubo, corrupção, então, existe gente boa aqui. E, no final, se o Senhor quiser que a minha vida seja transformada em um político, de cargo, eu serei. No entanto, o meu trabalho hoje é fazer base. Vim aqui, buscar a força de alguém que eu acredito na opinião e no posicionamento”, encerrou.
E você, leitor do Jornal MS Agora, achou eles parecidos?











