Por: Jornal Ms Agora / Tiago Pires

Em entrevista a uma rádio local, o vereador Celso Capovilla demonstrou um gesto de responsabilidade e respeito ao dinheiro público ao anunciar que recusou qualquer tipo de remuneração por sua atuação em função ligada à Câmara Municipal com seu afastamento , apesar de ter respaldo legal para recebê-la.
“Eu saindo em interesse do município, eu poderia ser remunerado perante a lei. Mas eu fiz o pedido de não remuneração ao presidente da Câmara, João Paulo Farias, e recusei o pagamento, pois acho imoral”, declarou.
Capovilla ressaltou que, mesmo diante da possibilidade legal, acumular salários pagos com dinheiro público seria, em suas palavras, injusto e antiético:
“Receber da Câmara dos Deputados e da Câmara de Vereadores não seria o certo. Eu nunca quis tirar dinheiro ou me aproveitar do dinheiro do povo.”
atitude do parlamentar tem sido vista como um exemplo de integridade e compromisso com a moralidade no exercício da função pública, em um momento em que a sociedade exige cada vez mais transparência e responsabilidade dos agentes políticos.
POLÍTICA COM RESPEITO AO DINHEIRO DO POVO
A atitude do vereador Celso Capovilla de recusar a remuneração por uma função que poderia ser legalmente paga é, sem dúvida, um exemplo raro de responsabilidade e ética no cenário político atual. Em um momento em que a política é muitas vezes marcada por práticas questionáveis, gestos como esse são fundamentais para restaurar a confiança do cidadão nas instituições públicas.
Capovilla, ao abrir mão do pagamento, não só reafirma seu compromisso com o interesse público, mas também envia uma mensagem clara de que, para ele, o dinheiro do povo deve ser tratado com respeito e parcimônia. Sua postura não apenas reflete uma preocupação genuína com a moralidade no exercício de seu cargo, mas também serve como um exemplo positivo de como os políticos podem agir com dignidade e transparência.
Em tempos de tanta desconfiança em relação aos gestores públicos, é atitudes como essa que merecem ser destacadas e imitadas. Um passo firme em direção à reconstrução da confiança nas instituições políticas.












