
Um homem de 27 anos, conhecido pelo vulgo ‘Peixeira’, morreu na manhã do último domingo (17) durante confronto com equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar, no Jardim Noroeste, em Campo Grande. Uma das curiosidades, que chama atenção no caso, é que conforme a polícia, ele era foragido do sistema prisional e acumulava 77 registros de ocorrências, entre furtos, receptação, associação criminosa e ao menos 27 roubos.
Segundo o boletim da ocorrência do Batalhão de Choque, o suspeito vinha sendo investigado por uma sequência de roubos de motocicletas registrados na Capital, principalmente na região do Jardim Noroeste, utilizando sempre o mesmo modo de agir.
As equipes receberam informações sobre o suspeito ainda durante o início do serviço operacional deste domingo. Após diligências e contato com vítimas, ele foi reconhecido formalmente como autor dos crimes e identificado pelo apelido de ‘Peixeira’.
Conforme publicado no jornal Midiamax, os policiais foram até um endereço ligado ao suspeito, nas proximidades de onde os roubos aconteciam. Ao perceber a chegada das equipes, o homem tentou fugir pulando o muro para uma residência vizinha.
De acordo com o registro policial, ordens de parada foram dadas de forma reiterada, mas o suspeito desobedeceu e continuou a fuga. Nos fundos do imóvel, ele foi alcançado pelos militares e, conforme a ocorrência, sacou um revólver calibre .38, passando a ameaçar a equipe policial.
Ainda segundo os policiais, o suspeito reagiu à abordagem, entrou em luta corporal com os militares e tentou tomar a arma do comandante da equipe. Diante da situação, houve disparos para conter a agressão.
Mesmo baleado, o homem voltou a fugir e teria novamente sacado a arma em direção aos policiais, momento em que novos disparos foram efetuados. Ele foi socorrido com sinais vitais e encaminhado para a UPA Tiradentes, mas não resistiu aos ferimentos.
Durante a ocorrência, foi apreendido um revólver calibre .38 com cinco munições intactas. A arma foi encaminhada para perícia e, conforme relatos de vítimas, pode ter sido utilizada nos roubos investigados.
Equipes da Polícia Civil, da Perícia Científica e do 9º Batalhão da Polícia Militar estiveram no local para os procedimentos de investigação.











